E se a liberdade que tanto procuraste te deixasse ainda mais perdido? Aos vinte e dois anos, o autor abandona o caminho "seguro" - trabalho, dinheiro, estabilidade - para viajar pelo mundo. O que começa como uma busca por sentido transforma-se numa jornada crua: montanhas erradas no Tajiquistão, solidão na Ásia, treino extremo na Tailândia, prisões, roubos, perdas e encontros que deixam marcas invisíveis. Este não é um livro de autoajuda nem um guia de viagem. É o relato íntimo de alguém que se confronta com o medo, a culpa, a masculinidade, a família e a pergunta que ninguém sabe responder: quem sou eu quando ninguém está a olhar? Entre aeroportos, fronteiras e silêncios, este livro é sobre crescer sem mapa, errar sem garantias e aprender que, às vezes, perder-se é a única forma de começar a encontrar-se.