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Francis Bacon nasceu em Londres, em 22 de janeiro de 1561. Entrou para o Trinity College, em Cambridge, em 1573, aos 12 anos, e ali estudou por três anos as ciências em voga na época. Em 1576, entrou na Gray's Inn, para aprender jurisprudência, assistindo advogados experientes. Formou-se em Direito em 1582. Em 1584, com 23 anos, tornou-se membro do Parlamento por Melcombe Regis em Dorset. Em 1591, foi nomeado conselheiro da rainha Elizabeth. Em 1593, ganhou assento no Parlamento por Middlesex e, por sua atuação, foi convidado para ser Conselheiro da Coroa. Sua primeira obra foi Essayes, publicada em 1597. Depois da morte da rainha, ele foi efetivado como membro do conselho de sábios, em meados de 1960, e teve assento no primeiro Parlamento do novo reinado, nos debates de sua primeira sessão. Em 1617, Bacon foi nomeado Guardião do Selo Real, o mesmo cargo que fora uma vez exercido por seu pai. Em janeiro do ano seguinte, foi nomeado Lorde Chanceler (Lord High Chancellor) e recebeu o título de Barão de Verulam. Em 1621, passou a visconde de St. Albans. Sua ascensão ao mais alto cargo do reino deveu-se, ao que parece, parte a seu brilhante desempenho na corte e parte a sua amizade com George Villiers, favorito do rei e que depois foi duque de Buckingham. Em suas investigações, ocupou-se especialmente com a metodologia científica e com o empirismo. É, muitas vezes, chamado de fundador da Ciência Moderna. Sua principal obra filosófica é o Novum Organum. Francis Bacon foi um dos mais conhecidos e influentes rosa-cruzes e também alquimista, tendo ocupado o posto mais elevado da Ordem Rosacruz: o de Imperator.
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